Quando foi anunciado o nome do deputado Indio da Costa como vice de José Serra, perguntei no Twitter se era mesmo verdade. Era. No meio da semana passada, os jornais publicaram que Indio estaria fazendo um curso intensivo, estudando o país e se preparando para entrar no debate presidencial. No sábado, quando soube que o mesmo Indio havia acusado o PT de ligação com o narcotráfico, perguntei novamente se era verdade. Era. Muito antes desses dois fatos, eu havia decidido não usar o meu blog para campanhas eleitorais e vou manter a minha posição. Apenas por interesse jornalístico, aqui reproduzo o vídeo em que Indio mostra um pouco de sua "cabeça" política, de sua "ideologia". O vídeo que gerou toda a confusão dos últimos dias. Agora, com todo o respeito ao pluralismo das ideias, sinceramente... Sem comentários.
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Ave Maria!
Já está valendo tudo na eleição presidencial, como sempre. O padre Marcelo Rossi pediu aos seus fiéis, durante a missa de hoje, que rezem Ave Maria para o candidato José Serra. Disse ele:
- É ano de eleição. Vamos orar pelos nossos amigos prefeito Kassab e de um modo especial pelo governador Serra.
Os próximos lances podem ser Dilma Rousseff cantando música gospel e Marina Silva recebendo passe do Caboclo Rompe-Mata.
- É ano de eleição. Vamos orar pelos nossos amigos prefeito Kassab e de um modo especial pelo governador Serra.
Os próximos lances podem ser Dilma Rousseff cantando música gospel e Marina Silva recebendo passe do Caboclo Rompe-Mata.
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
Vox Populi no Rio de Janeiro e em São Paulo
Curiosidades da pesquisa Vox Populi
No Rio: Se Cabral tem 41%, tem 3% a mais que Dilma, 38%. Serra caiu para 24%, Gabeira tem 19% e Marina, 12%. E os 18% de Garotinho, estão em Dilma ou Serra?
Em São Paulo, Geraldo Alckmin tem 51% e Serra 41%. Dilma obteve 28% e Mercadante, 19%. Marina só tem 9% na poluição paulista.
No Rio: Se Cabral tem 41%, tem 3% a mais que Dilma, 38%. Serra caiu para 24%, Gabeira tem 19% e Marina, 12%. E os 18% de Garotinho, estão em Dilma ou Serra?
Em São Paulo, Geraldo Alckmin tem 51% e Serra 41%. Dilma obteve 28% e Mercadante, 19%. Marina só tem 9% na poluição paulista.
domingo, 16 de maio de 2010
Domingueira eleitoral
1. O eleitor mais forte do país é Lula - no rádio, na TV ou nas ruas. É indiscutível, com Irã ou sem Irã;
2. 2010 será a eleição da traição, em todos os níveis. Vai ser na linha do "farinha pouca, meu pirão primeiro";
3. Nunca na história do Rio de Janeiro se viu tanto dinheiro numa eleição de Senado como será visto no estado;
2. 2010 será a eleição da traição, em todos os níveis. Vai ser na linha do "farinha pouca, meu pirão primeiro";
3. Nunca na história do Rio de Janeiro se viu tanto dinheiro numa eleição de Senado como será visto no estado;
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
O programa de Dilma
Tucanos, petistas e adesistas de última hora ficaram ligados na telinha. Expectativa grande no meio do Jornal Nacional. Era o programa do PT, para Lula apresentar Dilma, a sua seguidora, mesmo contrariando o TSE. E entrou no ar.
Muito bem produzido, dirigido e trabalhando questões estratégicas. Até deram um jeito de encaixar a frase de que alguns foram "obrigados" a se exilar, durante a ditadura, na tentativa de apagar a polêmica da "fuga". Mas o fundamental era passar o carinho de Lula com Dilma e jogar mais uma vez o comparativo com o governo de Fernando Henrique. Foi um programa eficiente. Agora, com todo o respeito com Dilma Rousseff, compará-la com Mandela, companheiro Lula, foi um pouco demais.
Há pesquisas no campo e certamente vão captar a percepção dos eleitores. Será que Dilma vai conseguir ultrapassar José Serra?
Para quem nãi viu o programa, segue o link:
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Muito bem produzido, dirigido e trabalhando questões estratégicas. Até deram um jeito de encaixar a frase de que alguns foram "obrigados" a se exilar, durante a ditadura, na tentativa de apagar a polêmica da "fuga". Mas o fundamental era passar o carinho de Lula com Dilma e jogar mais uma vez o comparativo com o governo de Fernando Henrique. Foi um programa eficiente. Agora, com todo o respeito com Dilma Rousseff, compará-la com Mandela, companheiro Lula, foi um pouco demais.
Há pesquisas no campo e certamente vão captar a percepção dos eleitores. Será que Dilma vai conseguir ultrapassar José Serra?
Para quem nãi viu o programa, segue o link:
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sábado, 24 de abril de 2010
terça-feira, 26 de maio de 2009
APOSTAS PARA O SENADO EM 2010
Depois de publicadas algumas pesquisas de intenção de voto para eleger os senadores do Rio de Janeiro, os analistas políticos e marqueteiros abriram a rodada de apostas. Não tenho vocação para futurólogo, mas ficam algumas informações e elementos pra reflexão.
A primeira, da regra do jogo, é que vamos eleger dois senadores. Isso impõe uma estratégia acumulativa, ou seja, tentar grudar o candidato mais forte no mais fraco e apresentá-los como uma força só, que pensa igual e tem os mesmos projetos.
As eleições no Rio devem ser, pelo que diz o noticiário, uma guerra entre governo e oposição, sem alternativas outras. Vai ser quem é Lula de um lado e quem é Serra de outro; quem é Sérgio Cabral e quem é Fernando Gabeira/Cesar Maia.
Para o governo do estado, tenho poucas dúvidas. O fiel da balança será o apoio de Anthony Garotinho e seus aliados no interior e na capital. O segundo maior eleitor será Wagner Montes, caso não seja candidato, claro. Mas sobre o governo, falarei depois. Mais interessante será a corrida pelas vagas para o Senado.
Os números indicam, analisados todos os cenários, um placar assim - sempre utilizando o maior índice obtido por cada candidato: Crivella 44%; Cesar Maia 36%; Gabeira e Jandira 35%; Benedita da Silva 27%; Denise Frossard 25%; Picciani 12% e Lindberg 8%.
Os campos de votos também parecem definidos. Quanto mais popular o voto, mais governo. E as dificuldades são claras. Cesar Maia e Gabeira entram pouco na área popular e Lula, Sérgio Cabral, Crivella e Benedita teriam enormes obstáculos para avançar na Zona Sul e região metropolitana. Os apoios de Eduardo Paes, Jandira Feghali e Lindberg podem ajudar nessa região, principalmente na Zona Sul, mas é terra do adversário dos governos.
A questão é quem vai disputar o governo e o Senado. Cesar Maia e Gabeira sabem que suas chances maiores estão no Senado, numa eleição em que até mesmo os dois poderiam ser eleitos, dependendo do cenário final. Mas a chapa precisa ter um candidato forte para o governo. Poderia ser Garotinho, mas parece que a conversa com o PSDB não deu samba.
Nessa brincadeira, quem não der bola para Garotinho, pode acabar sem bola.
A primeira, da regra do jogo, é que vamos eleger dois senadores. Isso impõe uma estratégia acumulativa, ou seja, tentar grudar o candidato mais forte no mais fraco e apresentá-los como uma força só, que pensa igual e tem os mesmos projetos.
As eleições no Rio devem ser, pelo que diz o noticiário, uma guerra entre governo e oposição, sem alternativas outras. Vai ser quem é Lula de um lado e quem é Serra de outro; quem é Sérgio Cabral e quem é Fernando Gabeira/Cesar Maia.
Para o governo do estado, tenho poucas dúvidas. O fiel da balança será o apoio de Anthony Garotinho e seus aliados no interior e na capital. O segundo maior eleitor será Wagner Montes, caso não seja candidato, claro. Mas sobre o governo, falarei depois. Mais interessante será a corrida pelas vagas para o Senado.
Os números indicam, analisados todos os cenários, um placar assim - sempre utilizando o maior índice obtido por cada candidato: Crivella 44%; Cesar Maia 36%; Gabeira e Jandira 35%; Benedita da Silva 27%; Denise Frossard 25%; Picciani 12% e Lindberg 8%.
Os campos de votos também parecem definidos. Quanto mais popular o voto, mais governo. E as dificuldades são claras. Cesar Maia e Gabeira entram pouco na área popular e Lula, Sérgio Cabral, Crivella e Benedita teriam enormes obstáculos para avançar na Zona Sul e região metropolitana. Os apoios de Eduardo Paes, Jandira Feghali e Lindberg podem ajudar nessa região, principalmente na Zona Sul, mas é terra do adversário dos governos.
A questão é quem vai disputar o governo e o Senado. Cesar Maia e Gabeira sabem que suas chances maiores estão no Senado, numa eleição em que até mesmo os dois poderiam ser eleitos, dependendo do cenário final. Mas a chapa precisa ter um candidato forte para o governo. Poderia ser Garotinho, mas parece que a conversa com o PSDB não deu samba.
Nessa brincadeira, quem não der bola para Garotinho, pode acabar sem bola.
terça-feira, 28 de abril de 2009
SUCESSÃO: APOSTAS ABERTAS
Ronaldo, o fenômeno do Corinthians e Dilma Rousseff, o provável fenômeno de Lula, dominam o noticiário e as conversas do mundo político brasileiro. Será que o Santos vai conseguir tirar o título do Coringão? Será que a estrela de Lula consegue vitória na sucessão? Quem ganha o campeonato paulista? Quem será o próximo presidente?Ainda estamos nas portas de maio de 2009, a 17 meses das eleições. Muito cedo, para alguns e muito tarde, para outros. É também muito prematuro imaginar o cenário final, mas o anúncio do tratamento da ministra Dilma, sacudiu o mundo político brasileiro e, por incrível magia, parece ter impulsionado a campanha. É evidente que o PT não poderia falar de novas candidaturas. Muito menos diante da previsão dos médicos de que a ministra tem mais de 90% de chances de vencer a terrível doença. Mas a cúpula petista, o chamado núcleo duro, a essa altura, é claro que conversa e pensa em todas as hipóteses. Depois de meses de costura interna para consolidar a candidatura de Dilma, reabrir o debate seria um desastre. Em se tratando de PT, é melhor não precisar pensar em novo nome. Setores do partido, ao contrário, avaliam que dar visibilidade ao fato, foi jogada de marketing de mestre baiano e que Dilma teria galopado milhões de votos com a notícia. Os adversários externos não podem falar nada a não ser prestar solidariedade e desejar sucesso. Os adversários internos vão ficar sem dormir, mas sem poder avançar. A ministra ganha enorme visibilidade, mostrando-se uma mulher sincera, de fibra e trabalhadora, emocionando alguns. Mulher forte, que já no dia seguinte voltou ao trabalho e ao palanque, pelas mãos do presidente Lula.
As apostas continuam abertas para o grande prêmio Planalto 2010.As previsões apontam: Dilma será pauta permanente. Sua trajetória, seu perfil e seus atos serão mais divulgados, reforçados. Deve crescer na próxima pesquisa.
Serra continuará enfrentando Aécio Neves e a adversária vitimada, inatingível, por enquanto.
E Ciro Gomes, um nome que poderia ser lembrado, terá errado mais uma vez, escorregando na sua sinceridade. O último deslize foi publicado em O Globo, sábado. Ao responder aos jornalistas sobre a passagem aérea de deputado que deu para sua mãe, Ciro afirmou: "Ministério Público é o c...!" E ainda disse: "Pode escrever o c... aí".
Outros dirão: presidente é o ...!
As apostas continuam abertas para o grande prêmio Planalto 2010.As previsões apontam: Dilma será pauta permanente. Sua trajetória, seu perfil e seus atos serão mais divulgados, reforçados. Deve crescer na próxima pesquisa.
Serra continuará enfrentando Aécio Neves e a adversária vitimada, inatingível, por enquanto.
E Ciro Gomes, um nome que poderia ser lembrado, terá errado mais uma vez, escorregando na sua sinceridade. O último deslize foi publicado em O Globo, sábado. Ao responder aos jornalistas sobre a passagem aérea de deputado que deu para sua mãe, Ciro afirmou: "Ministério Público é o c...!" E ainda disse: "Pode escrever o c... aí".
Outros dirão: presidente é o ...!
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