A mesma "Clube da Esquina II" com Lô Borges e Samuel Rosa. A música é mais uma parceria brilhante de Milton e Lo Borges. Sonhos.
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
Clube da Esquina
Os sonhos não envelhecem... Minas sempre dá exemplos e receitas. A receita da amizade é "Clube da Esquina II" e de novo Flávio Venturini.
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Flávio Venturini
Outra genial música de Flávio Venturini, para o acordar: "Nascente". Entra em qualquer lista minha das melhores músicas brasileiras. Venturini é um compositor iluminado e um cantor de voz marcante, sensível. Vale ouvir sempre.
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João Gilberto e Leila Pinheiro
Duas dicas musicais para esta madrugada e todos os dias. O mestre João Gilberto cantando e tocando a maravilhosa "Estate" e a fantástica Leila Pinheiro, em vídeo, interpretando "Besame", de outro super compositor: Flávio Venturini.
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Verde
terça-feira, 27 de abril de 2010
Imperdível
Para os músicos e para quem gosta de boa música, aí vai uma dica. Vocês sabem que eu não sou gospel, sou um comunista esotérico, mas faço questão de indicar o vídeo abaixo porque é um show de interpretação, de coral, de banda, de arranjos. O cantor é o reverendo James Moore, lembra o nosso Tim Maia, acompanhado pelo Mississippi Mass Choir. É impressionante. Muito bom mesmo. Quando entra a segunda parte, lá pelos 2:40, é demais. Aumentem o som.
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TIM MAIA
sábado, 24 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Buza Ferraz, um democrata

O dia realmente não começou bem com a notícia da morte do ator Buza Ferraz, 59 anos. Lembro que estive com ele em 1989, durante o histórico comício de Lula no segundo turno das eleições presidenciais. Eu estava com os amigos Roberto Freire e Hélio Ferraz, o Super-Helinho, irmão de Buza. Ficamos no hotel Guanabara, vibrando com um grupo de companheiros. Lá estava também o diretor Luís Carlos Lacerda, o Bigode, amigo de Buza. Todos ao lado do comício, assistindo aos discursos e imaginando como seria o governo de Lula - era véspera do terrível e último debate e poucos não apostavam na vitória de Lula e derrota de Collor.
Conheci Buza na TV Globo, nos anos 70, quando eu começava a trabalhar e cobria novelas. Buza vivia o personagem Cauê, na memorável novela O Rebu, de Bráulio Pedroso. Mais tarde, estivemos juntos na campanha do Helinho e em outros momentos de debates e eventos. Buza era um democrata, um alegre democrata e sempre participou da luta pela democracia, sem barulho, sem estrelismos. Um homem de paz, na dele. De família de nacionalistas.
Lamento muito pela família e pelas artes cênicas.
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