Acompanhei as comemorações da semana do meio ambiente e senti saudade de dois homens fundamentais na defesa da ecologia, e, principalmente, da natureza brasileira: Heitor Villa-Lobos e Antonio Carlos Jobim. Tom é a minha maior referência na preocupação ambiental. Era incrível como ele falava do “planetinha” e como trabalhava em sua música com os sons das aves, dos bichos, das matas e das águas. Emociona. Herança direta de Villa-Lobos.
Curiosamente, os dois grandes músicos brasileiros passaram maus momentos em trabalhos ligados de alguma forma aos ambientes que tanto amavam.
Considerado o maior compositor das Américas, Villa foi amplamente criticado pela academia, que nem aceitava e nem gostava das experiências que o maestro fazia usando a música e os eventos dos índios. Os sons da natureza eram embalados em choros, cantigas, sambas.
Tom Jobim recebeu a maior vaia de sua vida justamente por uma música com nome de pássaro: Sabiá, composta em parceria com Chico Buaque e vencedora do festival da canção. O público queria a vitória de Geraldo Vandré, com a sua Caminhando.
A dica do dia e para os próximos tempos é ouvir sempre os CDs Passarim, Urubu, Matita Perê e Terra Brasilis, de Tom Jobim. Fazem muito bem.
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domingo, 7 de junho de 2009
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